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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Comunicadores e estudantes fazem protesto em desfile cívico



Após desfilarem todas as escolas públicas e privada, além de representantes de órgãos tanto civis como militares no ato cívico de 07 de setembro, que foi realizado em três das principais avenidas da cidade, membros que compõe a imprensa parnaibana fizeram um pequeno manifesto pedindo liberdade de expressão e estudantes da Universidade Estadual do Piauí em prol do movimento SOS Uespi.
Os participantes  que foram, além de comunicadores, mas também estudantes, estavam acompanhados de familiares e amigos, que levaram às ruas, faixas contendo frases, como: “Não se faz justiça sem liberdade de imprensa”, “Portal do Bikanka censurado 16 ações judiciais, “Processos não intimidam o trabalho da imprensa”, “Liberdade de expressão: direito de todos”, “Bem-vindos ao cemitério da educação – Aqui se enterra os sonhos”.           chamada geral

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

MULHER QUE CORTOU E TRITUROU PÊNIS DE MARIDO PODE PEGAR PRISÃO PERPÉTUA.

A mulher de 48 anos que foi presa na Califórnia por cortar o pênis do marido e colocá-lo no triturador, após sedar a vítima, foi indiciada nesta quinta-feira (5) e pode ser sentenciada à prisão perpétua caso o tribunal de Orange County aceite o pedido da acusação.
Catherine Kieu Becker, que segundo a polícia amarrou o marido na cama para cortar seu pênis, vivia em Garden Grove, sudeste de Los Angeles, e estava em processo de divórcio. Ela segue presa sob fiança de US$ 1 milhão.
Após mutilar o marido, Kieu Becker telefonou à polícia e disse que o homem "merecia" o castigo, revelou o porta-voz da polícia Jeff Nightengale.
"Os policiais chegaram e descobriram o homem amarrado na cama, ensanguentado (...). A mulher, que revelou ser sua esposa, usou uma droga não identificada na comida para fazê-lo dormir".
"Foi amarrado na cama e quando despertou, teve o pênis cortado com uma faca. Depois ela atirou o pênis no triturador e partiu".

Reconstrução

O homem, de 51 anos, passou por cirurgias iniciais que pararam o sangramento, mas deve agora enfrentar uma longa série de cirurgias para reconstruir o órgão, que não foi salvo após o crime. Segundo um médico entrevistado pela TV californiana KTLA, o pênis deve ser reconstruído usando tecido do antebraço ou da coxa do homem.

Além disso, uma bomba deve ser implantada para que ele possa voltar a ter ereções, usando um comando que libera líquido para um tubo instalado dentro do novo órgão.

Fonte: G1

PRESA QUADRILHA ESPECIALIZAD EM ROUBO A BANCOS EM FORTALEZA.

Quatro homens foram presos e uma adolescente apreendida na manhã desta sexta-feira (6), no bairro Mondubim, em Fortaleza. Todos são suspeitos de integrarem uma quadrilha especializada em roubos a bancos.
No casa onde o grupo foi preso, agentes da Coordenadoria de Inteligência (Coin) da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) encontraram material usado na preparação de explosivos, comumente utulizados para arrombar caixas eletrônicos. Foram presos Antônio dos Santos, 22 anos; Fernando de Oliveira, 29 anos; e Francisco Alisson Santos.
A companheira deste, uma adolecente de 16 anos, foi apreendida, pois investigações apontam envolvimento da jovem com o grupo.
O quarto homem preso, Sérgio Martins dos Santos, 37 anos, conhecido por "Carioca", foi encontrado na Travessa São João Batista, também no Mondubim. Segundo a polícia, todos os presos são considerados bandidos de alta periculosidade. Um dos suspeitos, Francisco Alisson dos Santos, possui mandado  de prisão preventiva em aberto, por acusação de roubo. Os quatro presos foram levados para a Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) e a adolescente encaminhada à Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA).  

Fonte: DN

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

UPPs põem fim a modelo de tráfico de drogas vigente há 30 anos, dizem analistas



Soldado na Rocinha. Foto: Reuters
Considerada estratégica, favela foi dominada por chefes do tráfico desde os anos 1980
O controle do território da favela da Rocinha pelo tráfico de drogas deve chegar ao fim após a ocupação pela polícia do Rio de Janeiro no último domingo, afirmam analistas ouvidos pela BBC Brasil. Isso não significa, entretanto, que o tráfico deixará de existir no local, ressaltam os especialistas.
Segundo analistas, a instalação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) fez com que o tráfico nas favelas do Rio perdesse a característica de controle territorial, que era imposto com o uso de armamento pesado.

De acordo com o sociólogo e professor da UFRJ Michel Misse, o tráfico nas favelas do Rio funciona de forma diferente daquela do resto do mundo:
"(Os traficantes) são camelôs, são ambulantes. Eles não têm capital financeiro ou social para formar uma rede de clientela, então são obrigados a montar um ponto de venda fixo, e isso implica em se armar até os dentes para controlar o ponto de venda da ambição de outros (traficantes)", diz Misse.
De acordo com o sociólogo, as UPPs tendem a acabar com este modelo, mas não com o tráfico de drogas. "O grande sucesso das UPPs é o desarmamento (dos criminosos). Já o tráfico continua existindo, em escala muito menor, muito mais discreto", afirma.
A especialista em direitos humanos e integrante do projeto Observatório de Favelas Raquel Willadino também acredita que a retirada do armamento pesado das comunidades é o grande ganho trazido pelas UPPs, assim como o fim da lógica de confronto entre a polícia e os criminosos, que leva, segundo ela, insegurança aos moradores.
No entanto, Raquel diz que a ocupação das favelas pela polícia não será eficaz caso ela não abra espaço para projetos sociais, possibilitando aos moradores definir as prioridades em termos de políticas públicas para suas comunidades.
"A ocupação não pode ser só da polícia, senão isso gera apenas outro nível de controle da vida cotidiana dos moradores", diz a especialista. "Não interessa trocar o controle do tráfico por um estado policial."
Guerra do tráfico
Considerada estratégica por sua localização próxima aos bairros da Zona Sul, a Rocinha passou a ser controlada pelos criminosos no início dos anos 1980, quando Denir Leandro da Silva, o Dênis da Rocinha, assumiu a chefia do tráfico no local.
Dênis foi o primeiro traficante a adotar uma lógica "empresarial" para a venda de drogas na Rocinha, ampliando suas atividades e aumentando o lucro. Ele também alternava o uso da força para eliminar seus rivais com ações de assistência aos moradores da comunidade, com a doação de cestas básicas e remédios, entre outros.
Dênis continuou influenciando os rumos do tráfico na Rocinha mesmo depois de sua prisão, em 1987. De dentro da penitenciária de Bangu 1, ele indicava quais criminosos chefiariam as atividades na favela - como em 1988, quando colocou fim a uma disputa de poder ao indicar Ednaldo de Souza, o Naldo, como líder do tráfico.
Disputa
A disputa pelo controle do tráfico levou a violentos confrontos entre criminosos ao longo dos anos na Rocinha. Desde a ascensão de Dênis, o comando das operações na favela passou pelas mãos de pelo menos 16 traficantes.
Em 2001, Dênis foi encontrado morto dentro de sua cela em Bangu 1. Neste período, a guerra do tráfico no Rio já estava polarizada entre grandes facções criminosas, as principais sendo o Comando Vermelho (CV) e a Amigos dos Amigos (ADA).
Um dos episódios mais sangrentos da Rocinha foi a disputa entre as quadrilhas de Luciano Barbosa da Silva, o Lulu, e Eduíno Eustáquio de Araújo, o Dudu, ocorrida em abril de 2004. Dudu, ligado ao CV, convocou cerca de 60 homens em diversos morros do Rio para tomar a favela, que estava sob controle de Lulu, aliado da ADA.
Moradores gravam ocupação da polícia na Rocinha. Foto: Reuters
Para analistas, desarmamento do tráfico e fim dos confrontos reduz a insegurança nas favelas
O confronto terminou com 15 mortos, incluindo civis e homens do Batalhão de Operações Especiais da PM (Bope). Lulu acabou sendo morto por uma ação do Bope, enquanto Dudu voltou para a cadeia, de onde havia fugido.
Mesmo com a morte de Lulu, a Rocinha continuou controlada pela ADA, desta vez sob a chefia de Erismar Rodrigues, o Bem-Te-Vi. A morte do traficante, ocorrida em 2005 durante uma operação da Polícia Civil, fez com que João Rafael da Silva, o Joca, e Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, dividissem o comando do morro.
A prisão de Joca, em 2007, fez com que Nem controlasse sozinho o tráfico na Rocinha. No entanto, o traficante acabou detido na madrugada da última quinta-feira (10), por policiais militares na Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul do Rio.
Segundo a PM, Nem tentava fugir escondido no porta-malas de um carro. Mais dois homens foram detidos junto do traficante
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