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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

CORINTHIANS: Prata da casa puxa provocações, e dupla de ataque lembra Léo, Palmeiras e título por W.O.

18-12-2012

Jogadores corintianos em cima do trio elétrico 'demolidor'
Jogadores corintianos em cima do trio elétrico 'demolidor'; 'Sheik' berrou 'chupa, Léo'
A festa do Corinthians não deixou de fazer referências aos principais rivais do clube. E não só os torcedores, mas também os jogadores aproveitaram a celebração para provocar e cantar músicas contra os outros três grandes times do Estado.

Um dos mais exaltados nesse sentido era o jovem Giovanni. Revelado pelo clube, o meia-atacante de 18 anos mostrou saber todas as letras cantadas pela torcida que acompanhou o trio elétrico para receber os campeões mundiais na volta à São Paulo.

"Rema, rema, remador, .... do tricolor. Tricolor é vigarista, .... do santista. Se o santista não corresse, .... do palmeirense", puxou o corintiano, palavrão por palavrão, para delírio dos torcedores.

Depois, escolhido para dar ponto final à festa que durou toda a manhã, Emerson Sheik lembrou do título do São Paulo na Copa Sul-Americana. "O nosso não teve time fugindo, não. Ganhamos no jogo. Título por W.O?", gritou o atacante, entregando o microfone e encerrando o percurso com o tradicional "aqui é Corinthians!".

Mais rivais - Antes, todo o trio elétrico, inclusive Tite, comissão técnica e diretoria, lembrou o principal rival com um coro de "você caiu, Porco!". A provocação ao Palmeiras era puxada na maioria das vezes por Jorge Henrique. A torcida também recordou o "sou campeão do mundo, você não conseguiu, Palmeiras vai para a p...".

O santista Léo, que iniciou uma guerra verbal com Emerson Sheik ao dizer que "quem está acostumado com rodoviária não pode ir a aeroporto", também foi homenageado com o famoso "chupa".


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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

COPA SUL-AMERICANA: Regulamento contraditório dá margem para Tigre ser declarado campeão da Sul-Americana

13-12-2012

Jogadores de Tigre e São Paulo começaram briga em campo
Jogadores de Tigre e São Paulo brigaram em campo e fora dele: final pode não ter terminado
O São Paulo comemorou, levantou a taça de campeão da Copa Sul-Americana e saiu do Morumbi com a certeza de que encerrou seu jejum de quatro anos sem vencer um título. Mas o contraditório regulamento da competição pode fazer com que o título não seja de fato homologado, além de dar margem para o Tigre ser considerado o campeão do torneio.

Segundo o artigo 15.4 da competição, caso uma equipe abandone o gramado e se negue a finalizar a partida, o time em questão “perderá os pontos e estará passível de multa a critério do Comitê Executivo da Confederação” – algo que foi protagonizado pelos jogadores e pela comissão técnica do Tigre e que daria razão ao São Paulo.

No entanto, o artigo 15.1 dá margem para o São Paulo ser punido caso as agressões contra os atletas da equipe argentina sejam comprovadas. “Se a partida foi suspendida pelo árbitro em razão da intervenção de torcedores ou de agressões cometidas contra a arbitragem ou contra os jogadores da equipe visitante, o clube local será punido a juízo do Comitê Executivo, em caso de culpa comprovada”, diz o regulamento da competição, o mesmo da Libertadores da América.


Como os jogadores do Tigre alegam terem sofrido agressões por parte dos seguranças do São Paulo e têm provas concretas da suposta violência (as fotos), o artigo se aplica. Deste modo, a Conmebol pode decidir por reverter o resultado, anular o título do clube paulista e proclamar o pequeno clube argentino como campeão da Sul-Americana.

Tanto o São Paulo como a Polícia Militar informaram que nenhum dos homens envolvidos na segurança da partida portam armas de fogo para garantir a paz e a ordem no local.

Além disso, nesta quinta-feira, o vice da entidade que controla o futebol sul-americano, Eugenio Figueredo, afirmou que a partida ainda não está oficialmente encerrada. Segundo ele, o fato do árbitro Enrique Osses soltar o apito final apenas significa que o jogo foi suspenso. 



“O juiz não tem a prerrogativa de terminar a partida. Ele pode suspendê-la. É a Confederação que decide. Estamos esperando o informe da polícia e de outros oficiais para estudar o caso e agir”, afirmou em entrevista à revista chilena El Gráfico.

A declaração se torna curiosa pelo fato do site da própria entidade destacar o fato do São Paulo ter se tornado campeão e ainda pela cerimônia de premiação – que teve a presença de Nicolás Leoz, presidente da Conmebol – ter acontecido normalmente. 
Reprodução
Site da Conmebol dá São Paulo como campeão da Sul-Americana
Site da Conmebol dá São Paulo como campeão da Sul-Americana


Entenda o caso

O São Paulo vencia o Tigre por 2 a 0 no primeiro tempo, mas uma confusão depois do fim da etapa inicial, no caminho para os vestários, paralisou a partida disputada no Morumbi. O duelo não chegou a recomeçar no segundo tempo, o árbitro Enrique Osses deu o jogo por encerrado, e o time tricolor comemorou o título no gramado, com direito a invasão de torcedores. "Sim, é campeão", confirmou o delegado da Conmebol, Francisco Figueiredo.

Enquanto o São Paulo fazia a sua festa no Morumbi, a Conmebol, por meio do perfil oficial da Copa Sul-Americana, usou o Twitter para confirmar o título. "La @CONMEBOLcom investigará lo ocurrido en el Morumbí. Pero la decisión de @SaoPauloFC campeón es irrefutable", disse a entidade, afirmando que vai investigar o que aconteceu, mas que o São Paulo, independentemente do que for apurado, é o campeão.

De acordo com informações de integrantes da delegação do time argentino, o elenco se recusou a voltar a campo depois de ter os vestiários invadidos por policiais militares. A informação do técnico Pipo Gorosito é que dois jogadores ficaram feridos e seguranças do São Paulo sacaram armas dentro do vestiário dos visitantes. As imagens de TV mostraram sangue no local.

Entrevistado depois da festa do São Paulo, o Major Gonzaga, um dos responsáveis pela segurança no Morumbi, afirmou que, quando a polícia chegou aos vestiários, encontrou uma briga generalizada entre jogadores e comissão técnica do Tigre e seguranças do clube tricolor. Segundo ele, não foi encontrada nenhuma arma no local, mas os envolvidos serão levados a prestar depoimento na delegacia.

O repórter Vinicius Nicoletti, dos canais ESPN, ouviu uma fonte, que afirmou que os jogadores do Tigre desceram para o vestiário depredando as dependências do Morumbi. Por causa disso, os seguranças entraram em ação, e ocorreu o confronto. O vice-presidente de futebol João Paulo de Jesus Lopes corroborou a versão e disse que houve legítima defesa dos seguranças do São Paulo. Além disso, ele disse que o clube tomaria as medidas legais cabíveis contra os argentinos.

Os jogadores do Tigre garantem que a confusão no vestiário do Morumbi, que fez o clube desistir de jogar o segundo tempo da final da Copa Sul-Americana, quando a partida estava 2 a 0 para os mandantes, foi premeditada pelos brasileiros.

Edição: João PauLLo Reavendo - Facebook ADD    Fonte: ESPN
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

SUL-AMERICANA: São Paulo busca o título para coroar duas gerações: de Lucas e de Ceni

12-12-2012

Time precisa vencer o Tigre no Morumbi para conquistar a Sul-Americana e, por razões diferentes, marcar a carreira de dois ídolos do clube




São 19 anos, 16 centímetros e 15 medalhas de diferença. Rogério Ceni é mais velho, mais alto e mais vencedor do que Lucas. Detalhes que não apagam o sentimento comum de ambos, o desejo gigantesco de conquistar o título da Copa Sul-Americana. Para o goleiro, seria mais um, porém muito especial, fechando um ano que começou com grave lesão no ombro direito, e o fez conviver de perto com a possibilidade da aposentadoria. Para o atacante, seria o primeiro, justamente em seu jogo de despedida, já que em janeiro vai defender o PSG.
Duas gerações de atletas que talvez nem fossem são-paulinos na infância, mas aprenderam a amar o clube a ponto de ninguém duvidar de suas declarações. Poderiam ser três gerações em campo se Luis Fabiano não tivesse sido expulso no primeiro jogo. Sem ele, Ceni e Lucas vão centralizar a idolatria dos mais de 60 mil torcedores presentes no Morumbi esta noite, contra o Tigre.
Quando Rogério chegou ao São Paulo, em 1990, vindo do pequeno Sinop, clube da cidade mato-grossense onde sua família se estabeleceu, Lucas nem sequer existia. O garoto nasceu em 1992, ano do primeiro título mundial do clube. Ceni já era campeão, ao passo que o futuro companheiro de equipe dava seus primeiros passos. Ambos conquistaram a Taça São Paulo de Juniores. Um em 1993, o outro em 2010. E agora, juntos, criaram uma relação de admiração mútua.
- O Lucas é um dos jogadores mais profissionais com quem já trabalhei em todo esse tempo, um exemplo. Tenho medo do que vai ser do São Paulo sem ele - afirmou o capitão, que teve retribuição.
- O Rogério é um mito, meu ídolo, um espelho para todos dentro e fora de campo.
Os dois serão essenciais para o clube romper um jejum de quatro anos sem títulos, desde o Campeonato Brasileiro de 2008. Para isso, o São Paulo precisa vencer o Tigre, já que a partida da Bombonera terminou 0 a 0. Novo empate, por qualquer placar, leva a decisão à prorrogação e, se for preciso, às cobranças de pênaltis.
Ceni disputou os nove jogos da equipe na competição. Foi ele, inclusive, quem marcou o primeiro gol tricolor na Sul-Americana, de falta, contra o Bahia. Ele lidera a defesa menos vazada, com dois gols, e sabe que não ser superado na quarta representará um grande passo para a conquista.
Lucas também fez apenas um gol, na goleada por 5 a 0 sobre a Universidad, no Pacaembu. Mas as principais jogadas de ataque acabam surgindo de seus pés, principalmente com a ausência de Luis Fabiano. Ele sabe que será caçado mais uma vez, a exemplo do que ocorreu na Argentina, mas não teme os adversários. O árbitro da decisão será o chileno Enrique Osses.
- A gente sabe que a arbitragem sul-americana deixa correr, mas vou dar minha vida, meu sangue. Se precisar me quebrar todo, vou me quebrar. Quero muito esse título para retribuir o carinho de todos.
O Tigre não deverá mudar sua estratégia da Bombonera, quando atuou recuado. Pelo contrário. Será um time ainda mais fechado diante da torcida são-paulina, à espera de um contra-ataque ou uma bola levantada na área. Foi exatamente assim que a equipe argentina superou o Millonarios, ao empatar por 1 a 1 na Colômbia. Ney Franco confia no desempenho de sua defesa, que ainda não sofreu gols no Morumbi na Sul-Americana.
As escalações
São Paulo: o esquema de sempre e quase a escalação de sempre. A presença de Willian José será a maior novidade tricolor na última partida da temporada. Ney Franco optou pelo centroavante para não alterar tanto a fórmula de sucesso, que rendeu a melhor campanha no segundo turno do Campeonato Brasileiro, a vaga na Libertadores e a final na Sul-Americana: Rogério Ceni, Paulo Miranda, Rafael Toloi, Rhodolfo e Cortez; Denilson, Wellington e Jadson; Lucas, Willian José e Osvaldo.
Tigre: o jovem zagueiro Godoy, de apenas 19 anos, vai começar a partida no Morumbi. O restante da equipe será idêntico à formação que segurou o empate sem gols na Bombonera, com aposta no jogo aéreo e na força física: Albil, Paparatto, Echeverria, Godoy e Orban; Galmarini, Díaz, Ferreira e Leone; Botta e Maggiolo.


Edição: João PauLLo Reavendo - Facebook ADD    Fonte: GloboEsporte.com
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

COPA SUL-AMERICANA: Luis Fabiano é expulso com 15min, e São Paulo empata na Argentina no 1º jogo da final


05-12-2012

Luis Fabiano, do São Paulo, deixa o campo ao ser expulso no 1º jogo da final da Sul-Americana
Luis Fabiano, do São Paulo, deixa o campo ao ser expulso no 1º
jogo da final da Sul-Americana


Em uma partida truncada e de clima tenso, tudo o que o técnico Ney Franco havia pensado teve que ser remanejado depois de 15 minutos com a bola rolando. Mas mesmo com Luis Fabiano expulso, o São Paulo criou boas chances, mas não conseguiu tirar o zero do placar contra o Tigre-ARG, em La Bombonera, no primeiro duelo da final da Copa Sul-Americana. 
Luis Fabiano se envolveu em uma confusão com outros jogadores do time rival, se descontrolou e tentou chutar Donatti, do Tigre. Mesmo com o replay mostrando que o chute não pegou no rival, o atleta do time argentino caiu no chão. O árbitro Antonio Arias não hesitou e expulsou tanto o são-paulino quanto Donatti com 15 minutos no primeiro tempo.
O jogo de volta da final da Copa Sul-Americana acontece na próxima quarta-feira, no estádio do Morumbi, onde o gol fora de casa não valerá como critério de desempate e as duas equipes jogarão desfalcadas dos seus atletas expulsos na partida desta noite.

O jogo

Ney Franco havia preservado os titulares do clássico contra o Corinthians para chegar com força máxima nesta quarta-feira. Luis Fabiano, porém, tratou de atrapalhar os planos. Logo aos 13 minutos, o atacante envolveu-se em confusão e, após levar um soco de Donatti no braço, tentou acertar o zagueiro com as travas da chuteira. O árbitro conteve o tumulto expulsando os dois jogadores.
Nenhum dos treinadores mexeu na equipe por isso, já que tinham dois jogadores nos respectivos setores prejudicados. O São Paulo tinha Lucas e Osvaldo, sendo que os suplentes habituais, Willian José e Ademilson, tinham sido cortados do banco de reservas em Buenos Aires.
O jogo continuou quente no primeiro tempo, e Maggiolo estranhou-se com Rafael Toloi. Além de trombadas e provocações, o zagueiro brasileiro se queixou de soco na boca, dentro da área ofensiva. Osvaldo e Jadson foram outros são-paulinos caçados pela marcação. O atacante ficou com a canela direita marcada e sangrando. “Estão vindo na maldade”, disse, no intervalo.
Reclamar foi a tônica após um primeiro tempo em que o São Paulo teve muito mais posse de bola, mas encontrou um adversário, além de faltoso, muito bem postado defensivamente. A melhor chance da etapa inicial saiu quando Luis Fabiano ainda estava em campo. Em condição legal, ele recebeu passe com liberdade dentro da área e chutou rasteiro, em cima de Albil.
O goleiro só voltou a trabalhar aos 26 minutos, quando o volante Denilson arriscou arremate de longa distância. A bola, a princípio, parecia fácil, mas quicou à sua frente e o obrigou a fazer complicada defesa. Com um tapa, ele a tirou para escanteio e, de novo, evitou a inauguração do placar.
Pelo lado argentino, o único jogador a preocupar era Botta. Ágil, ele deu algum trabalho pela ponta direita. O problema é que, apesar da velocidade do atacante, o Tigre não soube aproveitar os desarmes. Sem armação eficiente no meio-campo, a equipe mandante não conseguiu contra-atacar como queria.
O segundo tempo foi diferente, e os argentinos mostraram um pouco mais suas garras. Povoando bem mais o campo de ataque, o Tigre se valeu de consecutivas bolas levantadas à área. A pressão pendurou praticamente toda a defesa do São Paulo: os zagueiros Rafael Toloi e Rhodolfo e o volante Denilson levaram cartão amarelo por faltas cometidas.
Ney Franco sacou Jadson e promoveu a entrada de Cícero. A substituição aumentou a estatura da equipe são-paulina, mas pouco contribuiu ofensivamente. Até porque, nas vezes em que tomava a bola, o time brasileiro se livrava dela rapidamente. Tanto que Albil pouco trabalhou na etapa final. Sem risco para os dois lados, a decisão ficou para o Morumbi.

FICHA TÉCNICA
TIGRE-ARG 0 X 0 SÃO PAULO


Local: La Bombonera, em Buenos Aires (Argentina)
Data: 5 de dezembro de 2012 (quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Antonio Arias (PAR)
Assistentes: Rodney Aquino (PAR) e Darío Gaona (PAR)
Cartões amarelos: Botta e Paparatto (Tigre); Rafael Toloi, Rhodolfo e Denilson (São Paulo)
Cartões vermelhos: Donatti (Tigre); Luis Fabiano (São Paulo)

TIGRE: Albil; Paparatto, Echeverría, Donatti e Orban; Ferreira, Galmarini, Díaz e Leone; Botta (Torassa) e Maggiolo (Diego Ftacla)
Técnico: Néstor Gorosito
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson e Jadson (Cícero); Lucas, Osvaldo e Luis Fabiano
Técnico: Ney Franco


Edição: João PauLLo Reavendo - Facebook ADD    Fonte:ESPN
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Choro de Lucas comove o amigo Neymar e comissão técnica da Seleção

21-11-2012
Lucas se emociona ao ouvir torcedores gritando seu nome no Morumbi
Lucas se emociona ao ouvir torcedores gritando seu nome no Morumbi
A cena do meia Lucas chorando ao atuar pela última vez como jogador do São Paulo pelo Campeonato Brasileiro no Morumbi, no último domingo, chegou aos amigos e comissão técnica da seleção brasileira. Concentrados para a partida contra a Argentina, nesta quarta-feira, os integrantes do plantel canarinho comentaram sobre a situação do jovem atleta tricolor e defenderam a existência de jogadores que ainda priorizam o ‘amor à camisa’ ao dinheiro.

Lucas foi contratado pelo Paris Saint-Germain por R$ 108,3 milhões – a maior venda da história do futebol brasileiro – e irá se transferir para a França em janeiro de 2013. Na vitória por 2 a 1 sobre o Náutico, na última rodada do Campeonato Brasileiro, o jovem atleta de 20 anos teve o seu nome entoado por mais de 62 mil torcedores e não segurou as lágrimas ao conceder entrevista ainda no gramado.

“O Lucas ainda é um menino e já vivenciou essas situações que fazem a torcida ter esse sentimento de gratidão por ele. É sempre muito duro quando se interrompe isso. Mas eu não posso nem de longe me queixar do sentimento que os jogadores brasileiros têm com a Seleção. Isso não é uma questão que temos que resolver”, analisou o técnico Mano Menezes.
Divulgação
Neymar e Lucas a serviço da seleção brasileira
Neymar e Lucas ficaram amigos na seleção brasileira 

Convocado para o primeiro encontro entre Brasil e Argentina no Superclássico das Américas, Lucas ficou de fora do duelo desta quarta-feira, por estar jogando a Copa Sul-Americana com o São Paulo. Assim como o meia, o zagueiro Rhodolfo, o armador Jadson e o atacante Luis Fabiano também foram substituídos por outros jogadores nesta nova convocação do time canarinho.

No entanto, a distância entre o são-paulino e os atletas que integram o atual plantel da seleção não impediu o amigo Neymar de opinar sobre o comportamento de Lucas no último fim de semana. “Tem muito jogador que gosta do clube, só que nem todos podem ficar aqui por um bom tempo. Tem jogador que fica um ano, seis meses, mas não porque não gosta de sua equipe. O futebol é assim e, se você não aproveitar as oportunidades, pode deixar o cavalo branco passar”, defendeu o santista.

Mano Menezes também adotou um discurso semelhante ao de Neymar e apoiou os jovens jogadores que desejam se transferir para a Europa. O treinador entende que o futebol sofreu diversas mudanças com o decorrer dos anos e que hoje em dia é praticamente impossível algum atleta passar toda a sua carreira em apenas um clube.

“Eu penso que o futebol está mudado. A sociedade mudou, a imprensa mudou e o futebol é um segmento desta sociedade. Eu convivi com este tipo de situação quando o Cristian e o Elias saíram do Corinthians. Apesar de não serem formados no clube, eles tiveram uma passagem significativa e se identificaram com as cores do time”, concluiu o técnico, que comandará a Seleção às 22 horas (de Brasília) desta quarta-feira, em La Bombonera.
 
Fonte: ESPN
Edição: João PauLLo Reavendo - Facebook ADD

sábado, 17 de novembro de 2012

Com 52.000 Ingressos Vendidos, Estreia de Ganso Deve Ter Maior Público do Brasileiro


17-11-2012

A diretoria do São Paulo informou nesta sexta-feira que mais de 52.000 ingressos foram vendidos para o duelo contra o Náutico, marcado para domingo, às 17h, no estádio do Morumbi, pela 36ª rodada do Campeonato Brasileiro. O jogo marcará a estreia do meia-atacante Paulo Henrique Ganso com a camisa são-paulina.

A partida pode ter o maior público do Brasileiro. Até o momento, o jogo que atraiu mais torcedores foi o duelo entre São Paulo x Fluminense, realizado no último dia 4, no Morumbi. Na oportunidade, 54.118 torcedores compareceram ao estádio.

Na apresentação do meia-atacante Paulo Henrique Ganso, o Morumbi recebeu 40.457 torcedores. O jogo terminou com a vitória da equipe tricolor sobre o Cruzeiro por 1 a 0.

Ganso foi contratado junto ao Santos por R$ 23,9 milhões, no último dia 21 de setembro, após uma novela que durou cerca de duas semanas.

Ele chegou ao São Paulo com uma lesão muscular na coxa esquerda. Iniciou o tratamento que durou até o fim de outubro e, agora, aprimora a parte física.

Desde o dia 29 de agosto, quando ainda defendia o clube litorâneo, o jogador não disputa uma partida oficial. Na ocasião, o Santos perdeu por 3 a 1 para o Bahia, na Vila Belmiro.

Com 59 pontos e na quarta colocação, o São Paulo pode garantir contra o Náutico a classificação para a Taça Libertadores da América. Para atingir o objetivo, a equipe necessita vencer e torcer para o Botafogo não derrotar o Sport fora de casa.

Fonte: Folha de São Paulo



domingo, 11 de novembro de 2012

Zagueiro faz lambança, mas Grêmio arranca virada sobre o São Paulo e é vice-líder do Brasileiro


11-11-2012

Grêmio e São Paulo poderia ter sido definido em uma lambança do zagueiro Saimon. No fim do primeiro tempo ele foi sair driblando, perdeu a bola para Osvaldo e cometeu pênalti, convertido por Rogério Ceni. Mas tudo mudou no segundo tempo. Apoiado por mais de 45 mil pessoas, André Lima empatou e Marcelo Moreno virou o jogo. A vitória gremista por 2 a 1, neste domingo, pela 35ª rodada do Brasileiro, garantiu vaga na Libertadores do próximo ano e colocou o time gaúcho como vice-líder.

Isto porque o Atlético-MG empatou com o Vasco em 1 a 1. Agora os tricolores de Porto Alegre somam 66 pontos, um na frente do alvinegro de Belo Horizonte. Já o São Paulo, com 59 está ameaçado pelo Botafogo.
O São Paulo não mudou em nada sua postura para enfrentar o Grêmio. Ney Franco manteve o 4-3-3 e teve em Lucas a principal arma ofensiva, além do perigo constante causado por Luís Fabiano. Já Luxemburgo trocou e muito a ideia tática do Grêmio. Em vez do tradicional 4-4-2, o comandante de campo colocou Léo Gago para auxiliar Anderson Pico na marcação de Lucas, abriu Zé Roberto na direita para tentar utilizar as costas de Cortês e deixou Moreno como atacante solitário.

Aos 17 minutos ocorreu a primeira chance de gol. Osvaldo cruzou da esquerda e Luís Fabiano obrigou Marcelo Grohe a colocar para escanteio. Três minutos mais tarde, Léo Gago bateu de fora da área e viu a bola cair na rede sobre o gol. Grêmio e São Paulo alternaram comando do jogo. O time do Morumbi horas pressionou, horas foi pressionado. Trocou passes no ataque, mas também foi acuado. O mesmo serviu aos gaúchos.

Mas a paridade foi desequilibrada com uma falha técnica, individual e grande. Aos 41 minutos, Saimon tentou driblar, Osvaldo dividiu com ele, a bola subiu, Marcelo Grohe saiu para defender, mas Saimon o empurrou dentro da área: pênalti. Rogério Ceni cobrou e marcou aos 43 da etapa inicial. Todos nos vestiários, São Paulo na frente.
Sem outra alternativa que não atacar, o Grêmio começou o segundo tempo com uma chance melhor do que todas as do primeiro. Zé Roberto driblou dois marcadores, entrou na área e bateu cruzado para fora.

Vanderlei Luxemburgo resolveu apostar tudo. André Lima substituiu Souza. Já o São Paulo adotou postura mais defensiva, com Maicon na vaga de Osvaldo. Aos 14 minutos, Jadson driblou um marcador e chutou, a bola acertou a trave.

Um minuto mais tarde, porém, André Lima empatou. Zé Roberto carregou ao ataque e serviu o atacante, que bateu forte para a rede: 1 a 1. Vindo do banco, o 'Guerreiro Imortal' foi novamente algoz do tricolor paulista. Tal qual em São Paulo, quando marcou aos 47 do segundo tempo e definiu vitória gremista, ele esteve presente no placar.

O Grêmio passou a pressionar. Aos 26 minutos, Marcelo Moreno cabeceou após cobrança de escanteio e Rogério Ceni evitou o gol gremista. No rebote, Anderson Pico colocou para fora. E o São Paulo também mostrou armas. Aos 30 minutos, Luís Fabiano entrou livre e tentou encobrir Marcelo Grohe, que colocou para escanteio.
Aos 39 do segundo tempo, a virada. Pará driblou pela direita e cruzou para Marcelo Moreno. O boliviano cabeceou para a rede e garantiu o Grêmio na vice-liderança do Brasileirão. Vitória por 2 a 1, no fim do jogo e comemoração total pela vaga na Libertadores, que pode ser sem a necessidade de disputa da fase preliminar. Ao fim do jogo 'fica Luxemburgo' e 'fica Zé Roberto' foram os sons ouvidos nas arquibancadas




quarta-feira, 7 de novembro de 2012

COPA SUL-AMERICANA São Paulo atropela Universidad de Chile, avança para a semifinal e aguarda adversário


07-11-2012

Jadson comemora ao marcar para o São Paulo contra a Universidad do Chile
Jadson comemora ao marcar para o São Paulo contra a Universidad do Chile
O São Paulo não teve piedade da Universidad de Chile nesta quarta-feira. Jogando um futebol agressivo e envolvente, o time comandado por Ney Franco atropelou o adversário chileno por 5 a 0, no Pacaembu, confirmando a sua classificação para as semifinais da Copa Sul-Americana. No jogo de ida, no Chile, o time paulista já havia triunfado, por 2 a 0, levando uma boa vantagem para o confronto de volta. A Universidad é a atual campeã da competição continental.

O São Paulo aguarda agora o seu adversário na próxima fase. Se o Grêmio passar pelo Millonarios-COL na semana que vem, as equipes brasileiras vão se enfrentar em busca de uma vaga na grande decisão. No jogo de ida, o Grêmio bateu em casa a equipe colombiana por 1 a 0. O São Paulo volta a campo pelo Campeonato Brasileiro no próximo domingo, quando enfrenta justamente o Grêmio, no Olímpico, pela 35ª rodada.

A exemplo do que ocorreu em Santiago, a partida de volta foi resolvida rapidamente. O placar foi aberto por Jadson aos quatro minutos. Lucas e Luis Fabiano, aos 21 e aos 28 minutos, ampliaram a vantagem e empolgaram a torcida, que pouco depois começou a gritar olé a cada passe do time. Rafael Toloi, em uma forte cobrança de falta, fez o quarto gol, aos 19 minutos do segundo tempo. Aos 31, Jadson fechou a conta.

O jogo

Dois eram os desfalques do São Paulo. O zagueiro Paulo Miranda, ultimamente improvisado na lateral direita, ainda não se recuperou de entorse no joelho esquerdo, mantendo Douglas no setor. Na frente, Osvaldo acusou dor no músculo adutor da coxa esquerda, não treinou na véspera da partida e também foi vetado, dando lugar a Maicon.

A entrada do meia, que tem estilo mais cadenciado e ganhou a concorrência com o veloz Ademilson, modificou o esquema tático. O técnico Ney Franco abdicou do 4-2-3-1, com um atacante em cada ponta, e armou a formação com dois meias e apenas dois homens de frente (Lucas e Luis Fabiano).

Na Universidad de Chile, que poupou titulares no clássico do fim de semana contra a Católica, a baixa foi Mena, expulso no jogo de ida. Sem surpresas, Jorge Sampaoli alinhou seu time com três zagueiros, mas nem por isso defensivo, como mostrou a titularidade do atacante Castro - a ideia era que o meio-campista Cereceda iniciasse.

Ouça os gols da vitória do São Paulo sobre a Universidad do Chile
Ouça os gols da vitória do São Paulo sobre a Universidad do Chile
Mas La U já estava eliminada, segundo grito da torcida são-paulina antes até de a bola rolar, assim que os atletas do time visitante subiram ao campo para iniciar o aquecimento. E não demoraria muito mesmo para que isso se concretizasse. Aos quatro minutos, Jadson recebeu na intermediária, enganou a marcação de dois zagueiros e chutou no canto direito de Jhonny Herrera.

Precisando então de três gols, o time de Santiago foi para cima, mas sem muita eficiência, mais à base de bolas longas. Na maioria delas, Rogério Ceni teve atuação decisiva. Ora se antecipando a lançamentos, protegendo tiro de meta ou ganhando de um atacante, ora saindo da meta para agarrar bolas aéreas, o goleiro passou confiança à retaguarda e não foi ameaçado.

Muito bem no jogo, a não ser por alguns momentos de desleixo no passe, o São Paulo manteve-se ofensivo. Aos 21 minutos, Lucas disparou pela faixa central do campo, deu uma meia-lua no zagueiro González e tocou na saída do goleiro chileno. Como em Santiago, estava assegurada mais uma vitória. Mas, desta vez, os brasileiros queriam mais.

Oito minutos depois, Luis Fabiano foi lançado por Lucas em profundidade, atrás da defesa, e deu um leve toque na bola, o suficiente para encobrir Jhonny Herrera. Um belo gol, o seu primeiro em dois jogos na competição, que foi aplaudido por Rogério Ceni e muito comemorado nas arquibancadas. Xodó da torcida, o artilheiro teve o nome gritado pelos são-paulinos presentes.

A essa altura, o São Paulo precisaria levar cinco gols e não fazer mais nenhum para ser eliminado. Diante disso, Ney Franco resolveu, no início do segundo tempo, preservar dois de seus principais jogadores para o compromisso de domingo, contra o Grêmio, pelo Campeonato Brasileiro. O treinador sacou Lucas e Luis Fabiano e colocou Ademilson e Willian José, respectivamente.

Aos dez minutos, Cortez fez falta dentro da área, mas o árbitro entendeu que o lance havia ocorrido atrás da risca, para sorte de Rogério Ceni, que não foi vazado na cobrança. Ao contrário de Jhonny Herrera, nove minutos mais tarde, quando Rafael Toloi acertou uma pancada de fora da área e fez o quarto gol do São Paulo. Outro gol que causou euforia no banco de reservas.

Na metade da etapa, Jadson aplicou um chapéu na lateral, pelo campo de defesa, e irritou os chilenos, que foram para cima dele. O árbitro acalmou os ânimos, mas o meia estava empolgado. Aos 31 minutos, não desperdiçou bola atrasada por Cortez da linha de fundo e empurrou para a rede, marcando seu segundo gol, o quinto e último do São Paulo.

Aos gritos de "o campeão voltou", o São Paulo confirmou o serviço começado em Santiago, uma semana atrás. Quatro jogos agora separam o clube desse sonho de voltar a comemorar um título.

FICHA TÉCNICA:
SÃO PAULO 5 X 0 UNIVERSIDAD DE CHILE

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 7 de novembro de 2012 (quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Enrique Cáceres (PAR)
Assistentes: Milcíades Saldívar (PAR) e Hugo Martínez (PAR)
Cartões amarelos: Maicon, Wellington (São Paulo); Martínez, Acevedo (Universidad de Chile)
Público: 32.636 pagantes
Renda: R$ 961.765,00
Gols: SÃO PAULO: Jadson, aos quatro, Lucas, aos 21, e Luis Fabiano, aos 28 minutos do primeiro tempo; Rafael Toloi, aos 19, e Jadson, aos 31 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Douglas, Rafael Toloi, Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson (Casemiro), Maicon e Jadson; Lucas (Ademilson) e Luis Fabiano (Willian José)
Técnico:Ney Franco

UNIVERSIDAD DE CHILE: Jhonny Herrera; González, Acevedo e Rojas; Matías Rodríguez, Aránguiz, Martínez (Videla) e Lorenzetti (Magalhães); Castro (Cereceda), Ubilla e Gutiérrez
Técnico: Jorge Sampaoli

Fonte: ESPN

Edição: João PauLLo Reavendo - Facebook ADD
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