Coordenador estadual do PAC, Mirócles Veras
O Programa
de Aceleração do Crescimento (PAC) ainda não saiu do papel como foi
concebido. Levantamento realizado pelo Instituto Trata Brasil mostra que
apenas 7%, ou oito de 114 obras voltadas às redes de coleta e sistemas
de tratamento de esgotos em municípios com mais de 500 mil habitantes
em todo o país, estavam concluídas em dezembro de 2011. No Piauí, o
índice é ainda mais preocupante: apenas 5% das obras desse eixo do PAC
foram executadas no cronograma previsto.
Somente do PAC saneamento estão previstos recursos no valor de R$ 162 milhões. O coordenador estadual do programa, Mirócles Veras, aponta que, apesar do ritmo lento, as obras estão em andamento. Algumas dessas obras, de acordo com ele, enfrentam problemas de ordem administrativa. "A construtora para a obra e o poder público fica de mãos amarradas. Mas, temos feito o monitoramento de perto para que as obras acompanham o dinamismo imposto pelo Governo Federal e agilizar as obras", pontuou, acrescentando que a situação mais delicada é na cidade de Parnaíba, região norte do Estado, onde as obras estão atrasadas.
Dados informados pela coordenação estadual do PAC mostram que os índices relativos às obras de água e esgoto de responsabilidade da AGESPISA, no âmbito PAC I, chegam a 89% de obras licitadas, 37% de obras executadas e 33% de obras desembolsadas e executadas. A diferença entre as obras executadas e as obras executadas e desembolsadas se deve às medições que estão na CAIXA a aferir, a liberar e medições em tramite na AGESPISA, pois estas obras foram executadas mas ainda não foram desembolsadas. Já no que se refere ao PAC II, nenhuma obra foi licitada até o momento. E apenas 8% dos recursos selecionados foram aprovados e contratados para o início do processo licitatório.
Somente do PAC saneamento estão previstos recursos no valor de R$ 162 milhões. O coordenador estadual do programa, Mirócles Veras, aponta que, apesar do ritmo lento, as obras estão em andamento. Algumas dessas obras, de acordo com ele, enfrentam problemas de ordem administrativa. "A construtora para a obra e o poder público fica de mãos amarradas. Mas, temos feito o monitoramento de perto para que as obras acompanham o dinamismo imposto pelo Governo Federal e agilizar as obras", pontuou, acrescentando que a situação mais delicada é na cidade de Parnaíba, região norte do Estado, onde as obras estão atrasadas.
Dados informados pela coordenação estadual do PAC mostram que os índices relativos às obras de água e esgoto de responsabilidade da AGESPISA, no âmbito PAC I, chegam a 89% de obras licitadas, 37% de obras executadas e 33% de obras desembolsadas e executadas. A diferença entre as obras executadas e as obras executadas e desembolsadas se deve às medições que estão na CAIXA a aferir, a liberar e medições em tramite na AGESPISA, pois estas obras foram executadas mas ainda não foram desembolsadas. Já no que se refere ao PAC II, nenhuma obra foi licitada até o momento. E apenas 8% dos recursos selecionados foram aprovados e contratados para o início do processo licitatório.
Fonte:Portal O Dia
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