Dona de uma bolada de R$ 1,5 milhão, a vencedora do “Big Brother Brasil 14”, Vanessa Mesquita, de 28 anos, quase não sobreviveu para conquistar o tão disputado prêmio. Não fosse a intuição da mãe, a professora de Matemática Solange Mesquita, de 49, a história da nova milionária poderia ter sido bem diferente.
Após escapar dos tiros que mataram seu pai quando ela tinha apenas 9 anos, e experimentar drogas como cocaína e êxtase, a ativista transferiu todo sentimento de ternura que conseguiu preservar para os animais. Paixão que adquiriu com ele e que a ajudou a ganhar o reality. Sem intenções de casar ou ter filhos, a modelo quer dedicar a vida aos seus melhores amigos.
"Meu pai gostava muito de bicho. Se visse cachorro na rua, pegava. Ele me deu um galo, o Zé, que morreu de velhice. Tinha também uma galinha, que fugiu, e um coelho. Quando meu pai morreu, aos 30 anos, minha mãe deu os nossos cachorros e fiquei doente", lembra a loura.
O pai de Vanessa, Edmilson Mesquita, era considerado o maior traficante de Pirituba (zona oeste de São Paulo) e viciado em drogas. Mas, mesmo separado da mãe de Vanessa, desde quando ela tinha 7 anos, ele não deixava de dar atenção à filha.
"Era um péssimo marido, mas um pai como ninguém", frisa Solange.
"Meu pai gostava muito de bicho. Se visse cachorro na rua, pegava. Ele me deu um galo, o Zé, que morreu de velhice. Tinha também uma galinha, que fugiu, e um coelho. Quando meu pai morreu, aos 30 anos, minha mãe deu os nossos cachorros e fiquei doente", lembra a loura.
O pai de Vanessa, Edmilson Mesquita, era considerado o maior traficante de Pirituba (zona oeste de São Paulo) e viciado em drogas. Mas, mesmo separado da mãe de Vanessa, desde quando ela tinha 7 anos, ele não deixava de dar atenção à filha.
"Era um péssimo marido, mas um pai como ninguém", frisa Solange.
Daquela época, a ex-sister guarda a lembrança de um dos mais tristes dias de sua vida.
— Meu pai foi assassinado num assalto, mas tinha uns rolos também. Era para eu estar junto. Foi bem violento. Ele ia me pegar em casa, mas minha mãe não deixou, ficava implicando de eu sair com ele. Meu pai era da pá virada. Conseguiu ter muito dinheiro e perder. Num dia tinha tudo, no outro nada. Essa é a vida desse tipo de gente. Mas ele era muito carinhoso comigo — lembra Vanessa, que tatuou uma estrela no pescoço em homenagem ao pai.
Sozinha com a mãe, que casou novamente dez anos depois, não demorou muito para a paulista externar o que teve de suportar desde cedo. Aos 15 anos, começou a ouvir rock’n’roll, pintou o cabelo de azul e se encheu de piercings. Ainda na adolescência, conheceu drogas pesadas ao som da primeira banda que passou a admirar, os californianos do Red Hot Chilli Peppers, conhecidos pelos problemas com entorpecentes.
— Já experimentei tudo quanto é tipo de droga: maconha, êxtase, cocaína... A maconha nem me deu onda. Senti sono e fome. E foi só uma vez — pontua a roqueira, sob os olhos atentos da mãe: — Sempre contei absolutamente tudo para ela. É minha melhor amiga.
— Meu pai foi assassinado num assalto, mas tinha uns rolos também. Era para eu estar junto. Foi bem violento. Ele ia me pegar em casa, mas minha mãe não deixou, ficava implicando de eu sair com ele. Meu pai era da pá virada. Conseguiu ter muito dinheiro e perder. Num dia tinha tudo, no outro nada. Essa é a vida desse tipo de gente. Mas ele era muito carinhoso comigo — lembra Vanessa, que tatuou uma estrela no pescoço em homenagem ao pai.
Sozinha com a mãe, que casou novamente dez anos depois, não demorou muito para a paulista externar o que teve de suportar desde cedo. Aos 15 anos, começou a ouvir rock’n’roll, pintou o cabelo de azul e se encheu de piercings. Ainda na adolescência, conheceu drogas pesadas ao som da primeira banda que passou a admirar, os californianos do Red Hot Chilli Peppers, conhecidos pelos problemas com entorpecentes.
— Já experimentei tudo quanto é tipo de droga: maconha, êxtase, cocaína... A maconha nem me deu onda. Senti sono e fome. E foi só uma vez — pontua a roqueira, sob os olhos atentos da mãe: — Sempre contei absolutamente tudo para ela. É minha melhor amiga.
Talvez por ter visto a filha única passar por tantos percalços, a professora nunca se assustou com o comportamento de Vanessa, nem mesmo quando a jovem, então com 23 anos, contou “ter feito tudo” com meninas. "Não tive nenhum problema. Só não ficava levando namoradas para casa. Não ia ficar desrespeitando ninguém na família. Para a minha avó, não é normal — explica a modelo, que não quer, no entanto, virar ícone da bandeira gay: — Para mim é normal. Quero levantar bandeira a favor dos animais, pela questão dos maus-tratos. Os melhores amigos da minha mãe são gays, meu tio também é", comentou.
Mas, se a loura optou por não levantar voz pela causa homossexual, deixa claro um desejo de renovação:
— Tem que ter beijo gay nas novelas. As pessoas se identificam muito com os personagens. Eles têm que representar a vida real. Minha mãe até me chamava de Valdirene (personagem de Tatá Werneck em “Amor à vida”), porque sou atrapalhada. Não tem que proibir. As pessoas têm que abrir a mente e parar de olhar para o lado. Torço muito pela felicidade alheia. Gente feliz não me enche o saco!
Falando em interpretação, Vanessa foi constantemente acusada de forçar o relacionamento com Clara dentro do programa, já que as duas só se beijavam em festas e a stripper parecia estar muito mais envolvida:
— Meus ex-casos falavam a mesma coisa. Sempre reclamavam que eu não era carinhosa. Até brincava dizendo que ia fazer terapia. Acho que todo carinho que tenho transfiro para os meus cachorros. Nem gosto de dormir junto. Sou muito chata. Sou o homem da relação.
— Tem que ter beijo gay nas novelas. As pessoas se identificam muito com os personagens. Eles têm que representar a vida real. Minha mãe até me chamava de Valdirene (personagem de Tatá Werneck em “Amor à vida”), porque sou atrapalhada. Não tem que proibir. As pessoas têm que abrir a mente e parar de olhar para o lado. Torço muito pela felicidade alheia. Gente feliz não me enche o saco!
Falando em interpretação, Vanessa foi constantemente acusada de forçar o relacionamento com Clara dentro do programa, já que as duas só se beijavam em festas e a stripper parecia estar muito mais envolvida:
— Meus ex-casos falavam a mesma coisa. Sempre reclamavam que eu não era carinhosa. Até brincava dizendo que ia fazer terapia. Acho que todo carinho que tenho transfiro para os meus cachorros. Nem gosto de dormir junto. Sou muito chata. Sou o homem da relação.
Fonte: Com informações do Extra
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